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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Vivência… convicção… e compreensão



Vivência… convicção… e compreensão


 
Quando uma criança estiver brincando ou ajudando alguém e for acometida por um pequeno corte ou algum tipo de queimadura, mesmo sendo algo bem leve, ela estará  vivenciando tudo isto dentro de si.
Só através disso ela passa a ter convicção que se deve tomar cuidado ao manusear um instrumento afiado, ou  cuidado para se aproximar de uma vasilha que esteja fervendo.
Naturalmente que ao vivenciar obtém-se  convicção, que resulta num ganho chamado de compreensão.
Uma pessoa sincera há de procurar sempre a clareza.

Da mesma forma quando ela estiver brincando, por exemplo, num pé de árvore, em seus respectivos galhos, também estarão vivenciando  e observando que uns são mais robustos, outros mais flexíveis e assim é em todos os pequenos aspectos do nosso dia a dia; ela passa a vivenciar milhares de exemplos.
Outro aspecto de suma importância é vivenciar dentro de nós tudo o que nos é oferecido.
Por isso, cada um deve avaliar as doutrinas com sua própria intuição. Vivenciar é aprender por si, e não pegar algo emprestado dos outros, como aquele caso que uma pessoa, acometida por uma ideia fixa, julga ser suficiente recitar a receita de um bolo por toda a vida, sem ter aprendido, de fato, a fazer a montagem do mesmo.

                                                                                                                        Escrito por: Yoshio Nouchi

Compra mal feita

Compra mal feita



Qualquer um, desde uma criança já tem conhecimento quando se faz uma compra mal feita, quer dizer, nas questões que são palpáveis e visíveis, todos têm se mantidos vigilantes.

Ao despertar a maturidade, cada um deve refletir tudo o que nos são ensinados, porque devemos assumir dali para frente toda a responsabilidade.

Caso nosso sentimento intuitivo não está de acordo, então não devemos aceitar cegamente, porque prejudicamos a nós mesmos.
Assim também, deveríamos proceder com todos os ensinamentos.
A responsabilidade da tal compra, recairá única e exclusivamente ao próprio autor.

Por isso, despertai a voz da intuição.
                                                           


                                                       Escrito por: Yoshio Nouchi

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Conhecimento versus vivência


Conhecimento versus vivência

Para ilustrar vamos tomar como exemplo algumas crianças que se reuniram para brincar um pouco com as argilas, que elas resolveram manusear e montar pequenas esferas. Após ter transcorrido algum tempo, sobrepuseram outra camada sobre a esfera menor, deixando algumas vezes exposta ao sol, chuva e vento.
Constantemente, elas se propõem a fazer manutenção na camada externa para não perderem o que já conquistaram.
Assim, podemos comparar as camadas de argila com o conhecimento, quanto mais o desejamos, tanto mais camadas de argila serão necessárias acrescentar, tornando-se cada vez mais árduo o desejo do contínuo crescimento.
Vivência e Saber andam juntos, não temos como medir em alguma escala terrena, apenas podemos observar que todas as nossas ações são voltadas para promover uma crescente elevação do próprio ambiente e dos outros.
Isso se torna possível, porque vivenciar é agregar, incorporar, acrescentar valores a nossas vidas, como algo indivisível e inseparável, que carregamos como um lucro nesta peregrinação.
Por isso, vivenciar é sinônimo de sabedoria,  é saber atuar em concordância com as leis da Criação, que é o mesmo que dizer, leis do Altíssimo, com as quais devemos procurar nos sintonizar harmoniosamente nesta vibração proveniente das alturas, pois elas promovem o desenvolvimento, o fortalecimento e a conservação.
Caso venhamos priorizar os nossos esforços apenas para um lado, correremos o risco de construirmos somente obras perecíveis, porém, nada para o nosso espírito, que aspira valores para a eternidade.
                                                               

                                                                  Escrito por: Yoshio Nouchi

Usar as ferramentas com responsabilidade


                 Usar as ferramentas com                         responsabilidade




A ciência nos ensina que nós, seres humanos, utilizamos cinco sentidos para relacionarmos com o nosso meio: audição, olfato, visão, tato e paladar.
Todos são coordenados ou comandados pelo nosso cérebro, respondendo ou reagindo conforme o caso.
Sabemos que estes cinco sentidos estão interligados, um influenciando o outro na tomada de decisões ou nas conclusões.
Só para exemplificar, se uma pessoa está dentro de uma casa protegida pelos vidros, mas ao ver aquela nevasca do lado de fora, certamente recorrerá a algum agasalho mais pesado.
Vamos citar alguns exemplos em que cada um nós tomamos algumas providências  para nos vestirmos ou nos agasalharmos.
Se está frio, o nosso cérebro recebe esta mensagem e envia um comando para procurar algo apropriado.
Da mesma forma, se está calor, chuvoso ou se é necessário fazer um mergulho profundo ou saltar de paraquedas, todas estas informações vão para o nosso cérebro  para que preparemos uma roupa ou manto mais adequado, e assim, estarmos em harmonia com o respectivo ambiente.
Mas nas questões espirituais ou mais finas, como temos  cuidado daquele manto que protege nosso 
corpo?
Se utilizarmos corretamente o sentido da visão, audição e outros, ligando-os à nossa intuição, o cérebro da intuição recebendo e o cérebro do raciocínio executando, todas as nossas ações tenderiam a ser diferentes.
Nas questões terrenas todos procuram um bom agasalho para o seu corpo terreno. Mas na questão espiritual, conforme a situação da  alma assim será o manto que envolve protetoramente o nosso Eu espiritual.
Se até agora utilizamos negligentemente as formas de pensar, de falar, qual o tipo de agasalho mais fino que esperamos formar para nós mesmos?
Ou trabalhamos daqui para frente para confeccionar um belo manto, ou  montamos um agasalho todo sujo e furado, muito mais parecido com uma peça em trapos.
Cada um deve reavaliar a própria vida interior, porque o tempo se torna urgente para cada um de nós.
                                                  Escrito por: Yoshio Nouchi

Corpo, Mente e Alma


Corpo, Mente e Alma

Hoje se fala, se escreve e se pesquisa muito sobre este tema, sem alcançar aquela clareza tão necessária para os dias atuais.
Nos primórdios, ou nos povos antigos, quando ainda ocorria uma atuação harmoniosa entre o raciocínio e a intuição,onde o raciocínio recebia fortes impressões dos elevados sentimentos intuitivo, e assim eram apenas impedidos a atuarem construtivamente, que se refletiam na forma de se comunicarem; envoltas de pureza e espiritualidade. Seria o caso de nós nos compararmos com um funil, onde se utilizarmos corretamente posicionando para cima, estaríamos aptos a receber finas irradiações.

Mas, com o passar de alguns milhares de anos e com o crescimento também da atividade do raciocínio, foram surgindo a mania de pensar e cismar, excesso de confiança e grandeza, e, relegando a voz mais fina, a voz da nossa intuição para o segundo plano.

Daí podem  concluir comparando-se novamente ao funil, onde resolvemos inclinar um pouco ele para os lados.
Como resultado deixou de receber as finas irradiações, passando a captar outros elementos, e todos os tipos de detritos, onde passamos a questionar, duvidar e reclamar de todo o tipo de auxílio, orientação e condução.

Um exemplo bem simples de ordem terrena, apenas para facilitar, seria o caso de algum necessitado de auxílio ou enfermo que foi atendido por um especialista, mas ele já com certo grau de presunção, prefere seguir recomendações daqueles que agradam apenas a sua fraqueza, prejudicando assim, apenas a si próprio.

Em outros, a presunção já cresceu tanto, que não é mais capaz de perceber que o funil esta manejado para baixo, sintonizando todos os seus sentimentos apenas para o que é baixo e inferior, aspirando e servindo só de elementos pesados, rústicos e empoeirados.
Disso, nada de bom pode surgir, porque o que vem do Altíssimo são apenas irradiações construtivas, e não, o que se tem predominado na atualidade, onde o que se vê são os sentimentos de ódio, inveja, ciúmes, desconfiança, raiva, tirania e outros, tudo relacionado aos baixos sentimentos.

O saber dos antigos povos espiritualizados, a respeito do nosso corpo era expressado em espírito, alma e corpo, onde se comunicavam aproximadamente da seguinte forma: “nós criaturas humanas que possuímos com núcleo uma centelha espiritual que, foi concedido peregrinar através da criação...”

Com o afastamento dessa ligação, hoje a expressão tornou-se corpo, mente e alma, onde, a denominação alma, para muitos ainda permanece estranha, desconhecida e cheia de mistério; mas esta denominação ainda não corresponde a realidade, onde o mais indicado deveríamos apenas expressarmos de pesquisa do corpo e da mente.

Para a atualidade, as nossas almas estão numa situação tão caótica e desesperadora, que reflete naturalmente na vida terrena, na forma de dores corporais e na falta de paz interior, onde o espírito roga pela Luz, mas não encontra, se agarrando apenas ao que lhe restou.
Hoje esta sendo travada uma luta árdua e dolorosa entre a presunção e o espírito, onde uns pela modificação ainda acordarão e outros não. O primeiro passo, para aqueles que ainda desejam trilhar outros caminhos é... “alcançar a pureza nos focos dos pensamentos”, assim, abrirá um caminho para alcançar a paz e a desejada felicidade.
                                                                                                                                                                                           Escrito por: Yoshio Nouchi